terça-feira, 2 de agosto de 2016

Preconceito Linguístico de Marcos Bagno

O preconceito linguístico é uma forma de preconceito a determinadas variedades linguísticas. Para a linguística, os chamados erros gramaticais não existem nas línguas naturais, salvo por patologias de ordem cognitiva. Segundo os linguistas, a noção de correto imposta pelo ensino tradicional da gramática normativa origina um preconceito contra as variedades não-padrão.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Seminários da: Mitologia do preconceito linguístico - 2016

Temas / Critérios avaliativos / Modelo de cartolina 

Seminários da: Mitologia do preconceito linguístico - 2016

Temas / Critérios / Modelo de Cartolina

Notas dos alunos: 3°B -Baldo/2016

Notas do (2° Bimestre) dos alunos do 3°B do Colégio Estadual Luiz Sebastião Baldo
Alunos*: (01 – 7,0), (07 – 7,0), (08 – 9,0), (11 – 6,0), (12 – 7,5), (13 – 7,3), (14 – 6,7), (15 – 6,0), (17 – 7,6),(18 – 6,5), (20 – 6,0), (22 – 6,1), (23 – 6,0), (24 – 6,5), (25 – 6,5), (26 – 6,2), (28 – 6,0), (29 – 6,0), (34 – 6,5), (36 – 6,5) . 

sexta-feira, 29 de julho de 2016

Notas dos alunos: 3°C -Baldo/2016

Notas do (2° Bimestre) dos alunos do 3°C do Colégio Estadual Luiz Sebastião Baldo
Alunos*: (02 – 6,0), (05 – 7,0), (06 – 6,0), (07 – 6,0), (08 – 7,5), (13 – 6,0), (15 – 9,0), (17 – 6,0), (18 – 6,2), (19 – 6,5), (20 – 6,0), (21 – 6,0), (23 – 6,5), (25 – 6,5), (29 – 6,5), (32 – 6,0), (35 – 8,5), (37 – 8,0).

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Notas dos alunos: 3°A -Baldo/2016

Notas do (2° Bimestre) dos alunos do 3°A do Colégio Estadual Luiz Sebastião Baldo
Alunos*: (01 – 6,4), (04 – 6,0), (06 – 9,0), (07 – 8,0), (08 – 6,0), (09 – 6,5), (10 – 7,5), (11 – 6,5), (12 – 6,0), (24 – 6,0), (25 – 6,5), (26 – 6,0), (28 – 6,5), (29 – 7,5), (31 – 6,5), (32 – 7,5), (33 – 8,0), (34 – 6,0), (36 – 6,4), (38 – 7,5).

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Filme que será exibido logo após o recesso escolar

Filme que será exibido logo após o recesso de julho e sobre o qual faremos um debate... E sobre o qual também será pedido uma produção de texto.

Notas dos alunos: 3°A - Altair/2016

Notas do (2° Bimestre) dos alunos do 3°A do Colégio Estadual Altair da Silva Leme
Alunos*: (01 – 8,0), (03 – 7,0), (04 – 6,5), (05 – 6,0), (06 – 7,5), (08 – 6,0), (10 – 6,0), (11 – 6,0), (12 – 6,5), (14 – 7,9), (16 – 6,0), (18 – 6,0), (19 – 7,5), (20 – 7,5), (22 – 6,0), (23 – 6,0), (24 – 6,0), (28 – 6,5), (29 – 6,0), (31 – 6,0), (36 – 6,0), (37 – 6,5), (38 – 6,0), (39 – 6,6), (40 – 6,5), (41 – 6,5), (42 – 6,0), (44 – 6,5). 

Gabarito da Recuperação do Colégio Luiz Sebastião Baldo

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Revisão / Recuperação - 3° ano (2°trimestre) 2016

“VINGANÇA DE BOÊMIO”
    O poeta Laurindo Rabelo discursava de tal forma do seu vestuário, que as famílias mais íntimas e que mais o admiravam sentiam constrangimento em convidá-lo para as suas festas.
    Certa dona de casa incitada pelos filhos para que o contemplasse com um convite para as suas reuniões mundanas, objetou um dia:
    – Agora, não. Esperem que ele tenha roupa, que eu convido. Assim que o poeta exibiu um terno novo, a matrona cumpriu o que prometera; mandou-lhe um convite, logo aceito. O sarau começou, porém sem o boêmio. Quando já estavam cansados de esperar, bate alguém à porta. Todos correram para receber o retardatário. E foi uma decepção. Quem chegava era um carregador, trazendo em um tabuleiro a roupa nova do poeta, e este bilhete:
    – Aí vai o Laurindo.
Humberto de Campos
 
QUESTIONÁRIO:
1. Assinale a alternativa não confirmada pelo texto(Que não aparece no texto)
O que é sarau?
O que significa desleixo?
O que é estar bem trajado?
2. Em resposta ao convite, o poeta: (Como o poeta respondeu ao convite?)
O que significa fazer-se representar? 
3. O poeta Laurindo Rabelo foi convidado: (porque motivo o poeta foi convidado?
O que significa ser um crítico das convenções sociais?
O que significa ser muito extravagante?
O que é um boêmio?
4. Desta forma o poeta Laurindo Rabelo fez(Com a atitude de enviar sua roupa em seu lugar o poeta fez o quê?)
Exaltação sutil das convenções sociais.
Crítica às convenções sociais dos boêmios.
Concessão aos caprichos da anfitriã da festa.
Crítica sutil às convenções sociais.
 
Poema: inspiração
São Paulo! Comoção de minha vida...
Os meus amores são flores feitas de original...
Arlequinal!... Traje de losangos... Cinza e ouro...
Luz e bruma... Forno e inverno morno...
 
Elegâncias sutis sem escândalos, sem ciúmes...
Perfumes de Paris... Arys!
São Paulo! Comoção de minha vida...
Galicismo a berrar nos desertos da América!
 
Manifesto antropofágico
 
“Só a Antropofagia nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente. Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. De todos os tratados de paz. Tupi, or not tupi that is the question. Contra todasas catequeses. Só me interessa o que não é meu. Lei do homem. Lei do antropófago. Estamos fatigados de todos os maridos católicos (...)”
 
Poema: As meninas de Gare 
“Eram três ou quatro moças bem moças e bem gentis / Com cabelos mui pretos pelas espáduas / E suas vergonhas tão altas e tão saradinhas / Que de nós as muito bem olharmos / Não tínhamos nenhuma vergonha”
 
Algumas alternativas da prova para pensar e refletir
(___) Triste Fim de Policarpo Quaresma, possui um caráter nacionalista patético do protagonista que chega a ser trágico; (Pré-Modernismo)
(___) As meninas de Gare é descritivista, apresenta uma métrica academicista e foi publicado no livro Macunaíma;
(___) Nos trechos: “Comoção de minha vida” / “meus amores são flores” não há sentimentalismo, mas ironia;
(___) O líder dos surrealistas foi o poeta Filippo Tommaso Marinetti, que em seu manifesto criticava a guerra e o progresso; (vanguardas europeias) 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Aprovados do 3A Baldo - resultado ratificado

Alunos aprovados em português: 01,  02,  03,  04,  05,  06, 07,  13,  15,  17,  19,  23,  24,  25,  27,  29,  30,  31,  32,  33, 34, 35, 37, 38, 39, 40.  Alunos que precisam fazer recuperação de português: 09, 14,  16, 20, 22,  26, 28,

sábado, 2 de janeiro de 2016

Aprovados do 3B - resultado ratificado

Alunos aprovados em português: 02, 03, 04, 05, 06, 08, 09, 10, 11, 12, 14, 15,  16,  17, 18, 19, 20,  21, 23, 24, 25, 26, 27, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 39, 40 Alunos que precisam fazer recuperação de português: 1, 7, 28, 29

Alunos aprovados do 3C - resultado ratificado

Alunos aprovados em português: 1, 2, 3, 4, 5, 7, 8, 12, 13, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 28, 29, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36, 37, 39         alunos precisam  fazer recuperação de português: 27

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Alunos aprovados no 3° A Altair*

Os alunos aprovados em português: 02, 03, 04, 09, 14, 18, 20, 24, 25, 27, 28, 31, 33, 34, 35, 36, 37, 39. Os demais terão a oportunidade de fazer a recuperação no próximo sábado 19/12 e passar por média. A prova será realizada entre 8h e as 9h

domingo, 1 de novembro de 2015

Morte e Vida Severina de Cabral de Melo Neto

O livro Mortee Vida severina, do escritor brasileiro João Cabral de Melo Neto, se enquadra entre as obras da literatura regionalista brasileira, tendo sido escrito entre os anos de 1954 e 1955, mesmo ano em que foi publicado. Faz parte da terceira fase do Modernismo, e conta a história de um retirante nordestino, de nome Severino, que deixa o sertão por causa da seca e migra para o litoral em busca de uma vida melhor.
O título da obra faz referência ao sofrimento que Severino passa durante a viagem, relatada através de um poema dramático que fez de João Cabral de Melo Neto um dos poetas mais prestigiados da Literatura Brasileira.
Em sua viagem Severino se depara com situações de morte, de desespero, de miséria e fome, causadas principalmente pela seca. O livro faz também uma crítica ao descaso dos governantes quanto a esta situação, vivida por tantos outros nordestinos.
Encontra situações como a dos dois homens que carregam um defunto até sua última morada, pois este havia sido assassinado por expandir um pouco suas terras, e assim vai tendo seus encontros com a vida e com a morte. Em outro momento houve uma cantoria, e ao aproximar-se percebe que se tratava da encomendação de um corpo. Pensa algumas vezes em interromper a viagem e voltar, pensa que poderá não conseguir chegar ao destino pretendido, ou pensa ainda em interromper a viagem e procurar algum tipo de trabalho pelo meio do caminho. Ao pensar nesta possibilidade de trabalho, descobre que os únicos que poderiam lhe dar algum dinheiro seriam aqueles de pessoas que ajudam na morte, como médico, farmacêutico, coveiro, rezadeira, etc. Vê-se como um inútil, já que nada daquilo sabia fazer, e para o que sabia fazer não encontrava nenhum trabalho.
A morte é tratada como algo vulgar, e as profissões que lidavam com a morte como um negócio lucrativo.
Cemitérios, coveiros, assassinatos, tudo leva severino ao desespero e à expectativa de seu próprio fim, já que ele mesmo não conseguia encontrar trabalho. Chega a conclusão de que a realidade que encontra não é diferente da que já conhecia no Sertão. Por fim, revela a intenção de suicidar-se, pois já não vê diferença entre a morte e a vida. O nascimento de uma criança, contudo, é o fato responsável pelo renascer da esperança de Severino.
O autor utiliza uma linguagem poética, porém concisa, engajada, buscando mais o concreto e o visual do que os sentimentos. O livro é considerado uma reconstrução dos autos medievais, porém retratando a realidade atual das populações nordestinas.

3° fase do modernismo - Geração de 45

Terceira Geração Modernista
terceira geração modernistaterceira fase do modernismo no Brasil ou “Fase Pós-Modernista” representa o último momento da produção modernista. Também chamada de “Geração de 45”, a última fase do modernismo começa em 1945 e se estende até 1980, embora alguns estudiosos prefiram apontar o fim do modernismo na década de 1960 e outros, ainda, afirmam que o modernismo está presente até os dias atuais.
Diferente da primeira geração modernista, os escritores desse período possuíam uma atitude mais formal, em oposição ao espírito radical, contestador e de liberdade desenvolvido a partir da Semana de Arte Moderna de 1922.
Resumo
Lembre-se que o Modernismo no Brasil está dividido em três gerações, sendo a prosa o tipo de texto mais explorado na terceira fase. De tal modo, os tipos de prosa do período são classificados segundo sua temática: prosa urbanaprosa intimista prosa regionalista.
A principal caraterística da prosa urbana é sua ambientação nos espaços da cidade, em detrimento do campo e do espaço agrário, da qual destaca-se Lygia Fagundes Telles.
Nesse ínterim, a prosa regionalista absorve, por outro lado, aspectos do campo, da vida agrária, da fala coloquial e regionalista, por exemplo, na obra de Guimarães Rosa.
Por sua vez, a prosa intimista é determinada pela exploração de temas humanos e, portanto, é mais íntima, psicológica e subjetiva, observada nas obras de Clarice Lispector e de Lygia Fagundes Telles.
Ainda que a prosa tenha sido o tipo de texto mais explorado na terceira geração modernista, a poesia é apresentada mediante aspectos de equilíbrio, e por isso, os poetas do momento eram chamados de “Neoparnasianos”, ao fazerem referência as principais características da poesia parnasiana: preocupação com a estética, metrificação, versificação, além da busca da perfeição e do culto à forma.
Saiba mais em: Geração de 45.
Características
  • ·         Segue abaixo, as principais características da terceira geração modernista:
  • ·         Academicismo
  • ·         Passadismo e retorno ao passado
  • ·         Oposição à liberdade formal
  • ·         Experimentações artísticas (ficção experimental)
  • ·         Realismo fantástico (contos fantásticos)
  • ·         Retorno à forma poética (valorização da métrica e da rima)
  • ·         Influência do Parnasianismo e Simbolismo
  • ·         Inovações linguísticas e metalinguagem
  • ·         Regionalismo universal
  • ·         Temática social e humana
  • ·         Linguagem mais objetiva
Contexto Histórico
O momento em que surge a terceira geração modernista no Brasil, é o período menos conturbado em relação às outras duas gerações, ou seja, é o momento de redemocratização do país, visto que em 1945, termina o Estado Novo (1937-1945) no país, implementado pela ditadura de Getúlio Vargas.
Em nível mundial, o ano de 1945 é também o fim da segunda guerra mundial e do sistema totalitário do Nazismo, entretanto, começa a Guerra Fria (Estados Unidos e União Soviética) e a Corrida Armamentista.
Autores e Obras
Os principais autores e obras dessa fase são:
João Cabral de Melo Neto (1920-1999): conhecido como “poeta engenheiro”, João se destacou na prosa e na poesia pelo rigor estético apresentado em suas obras: "Pedra do Sono" (1942), "O Engenheiro" (1945) e "Morte e Vida Severina" (1955).
Clarice Lispector (1920-1977): se destacou na prosa e na poesia com um caráter lírico e intimista: "Perto do Coração Selvagem" (1947), "A Cidade Sitiada" (1949), "A Paixão Segundo GH" (1964), "A Hora da Estrela" (1977).
João Guimarães Rosa (1908-1967): Foi um dos maiores poetas do Brasil, sendo que a maioria de suas obras são ambientadas no sertão: "Sagarana" (1946), "Corpo de Baile" (1956), "Grande Sertão: Veredas" (1956), "Primeiras Estórias" (1962)
Ariano Suassuna (1927-2014): Defensor da cultura popular brasileira, Suassuna escreveu romances e poesias dos quais se destacam: "Os homens de barro" (1949), "Auto de João da Cruz" (1950), "O Rico Avarento" (1954) e "O Auto da Compadecida" (1955).
Lygia Fagundes Telles (1923-): escreveu romances, contos e poesias sendo uma de suas marcas a exploração psicológica das personagens em sua obra: "Ciranda de Pedra" (1954), "Verão no Aquário" (1964), "Antes do Baile Verde" (1970), "As Meninas" (1973)

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Apostila: 3° ano ( 3° bimestre) 2015.

          A nova apostila do 3° bimestre tem praticamente o mesmo conteúdo que sua versão anterior, a diferença é que a nova versão é colorida, possui uma melhor organização do conteúdo, uma melhor distribuição dos assuntos e um número maior de exercícios com a mesma quantidade de páginas. 
      * Lembrando, que no momento, esta versão está disponível apenas para baixar e que qualquer uma das apostilas, tanto a versão nova como a versão antiga, valem a mesma nota complementar se entregue no prazo.

domingo, 18 de outubro de 2015

Cronograma de Avaliações do Colégio Baldo

Cronograma de avaliação dos alunos 3°A, 3°B e 3°C do Colégio Luís Sebastião Baldo
14/10/2015 - Resenha crítica referente a mitologia dos preconceitos linguísticos;
de 05/10/2015 de 19/10/2015 - Apresentação de Seminário. - Critérios Avaliativos.
 21/10/2015  - Recuperação facultativa para os alunos que não entregaram a resenha no prazo.
                      Nova Resenha Crítica só que desta vez referente ao Círculo do preconceito Linguístico.
21/10/2015 - Apostila - (para baixar) Nota complementar
26/10/2015 - Prova bimestral - Conteúdo: Segunda Geração do Modernismo (prosa e poesia)
04/11/2015 - Prova de Recuperação - Conteúdo: Segunda Geração do Modernismo (prosa e poesia)

Cronograma de Avaliações do Colégio Altair

Cronograma  de avaliação do alunos do 3°A do Colégio Altair da Silva Leme
de 07/10/2015 de 21/10/2015 - Apresentação de Seminários; - Critérios Avaliativos.
21/10/2015 - Resenha Crítica referente a mitologia dos preconceitos linguísticos;
      
28/10/2015 - Apostila - (para baixar) Nota complementar
28/10/2015 - Recuperação para os alunos que não entregaram a resenha dos Mitos no prazo.
                      Nova Resenha Crítica só que desta vez referente ao Círculo do preconceito Linguístico.
28/10/2015 - Prova bimestral - Conteúdo: Segunda Geração do Modernismo (prosa e poesia)
04/11/2015 - Prova de Recuperação - Conteúdo: Segunda Geração do Modernismo (prosa e poesia)

Modelo de Resenha Crítica

Resenha Crítica
            A resenha crítica representa um dos trabalhos desenvolvidos ao longo da vida escolar cujos aspectos linguísticos e estruturais se definem por critérios específicos.
            Falar sobre resenha crítica significa, sobretudo, enfatizar os trabalhos escolares, como os destinados à conclusão de final de um texto ( científicos e literários). Dentre eles figuram também os resumos, paráfrases e a resenha crítica.
            Nesse sentido, por meio de algumas elucidações já tecidas (no texto “Resumo”), podemos nos lembrar da resenha-resumoa qual se caracteriza somente por sintetizar os pontos mais relevantes de um dado objeto, podendo ser ele uma peça teatral, uma comemoração solene ou um acontecimento qualquer da realidade; como também um livro ou capítulo desse, um filme, enfim. Acerca dessa modalidade cabe afirmar que o resenhador não emite julgamento de valor, crítica ou qualquer que seja a apreciação, visto se tratar de um texto apenas informativo, descritivo.
            Já a resenha crítica,ao contrário de se restringir a somente esses aspectos (informativo, descritivo), caracteriza-se por uma modalidade em que se torna evidente a própria postura do emissor, no sentido de deixar clara sua impressão de um dado objeto, levando em consideração suas ideias acerca do assunto em questão, procurando associá-las com as de outros autores, enfim, tornando contextualizado o texto (o objeto) em estudo. Quanto à estrutura, evidenciada logo a seguir, torna-se essencial não compreendê-la como uma espécie de “roteiro” a seguir, mesmo porque tal procedimento pode muitas vezes tolher a capacidade argumentativa, o poder de expressão. Lembre-se sempre de um fato: as ideias são ímpares; mesmo que compartilhadas com outras pessoas, elas serão sempre suas, únicas.
            Assim como funciona em todo texto relativo a esta natureza (argumentativo), haverá uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão. Obviamente que essa tríade (introdução/desenvolvimento/conclusão) não aparecerá explicitamente demarcada, contudo a forma como se apresentam dispostas as informações torna perfeitamente possível identificar essas partes. Assim, temos:
            Introdução – Nela se atesta o objeto que está sendo analisado, procurando sempre contextualizar o assunto sobre o qual se fala. Por isso, em se tratando de um livro, dados como: nome do autor, título, editora, local de publicação, número de páginas e preço de cada exemplar devem ser necessariamente ressaltados. Seguidamente a eles deve-se apontar a importância do assunto em questão, com vistas a proporcionar um norte para o leitor.
No desenvolvimento propriamente dito, observam-se as ideias do autor em questão e, como se trata de um texto crítico, o resenhista deve associá-las às suas próprias ideias. Nesse quesito devem ser levados em consideração os pontos falhos e os positivos (tendo em vista que bajulações são desnecessárias), sem deixar, portanto, de fazer comparações com as ideias de outros autores, como já dito.
            Como não poderia deixar de ser, na conclusão o que se verifica é a própria opinião do resenhista acerca da obra analisada, tendo em vista alguns aspectos úteis à compreensão do leitor. Entre eles: qualidade e originalidade da leitura, benefícios proporcionados mediante a leitura, qualidade da linguagem utilizada, se acessível ou não, pontos relevantes, necessários, bem como aspectos desnecessários, irrelevantes.

Alunos destaques: 3° ano (1° e 2° trimestre) Altair/2015

Vídeo Aula: Modernismo no Brasil (poesia/ prosa)

Apreensão de seminários: (Temas - grupos - datas) - Altair

Modelo de Resenha Crítica

Resenha Crítica
            A resenha crítica representa um dos trabalhos desenvolvidos ao longo da vida escolar cujos aspectos linguísticos e estruturais se definem por critérios específicos.
            Falar sobre resenha crítica significa, sobretudo, enfatizar os trabalhos escolares, como os destinados à conclusão de final de um texto ( científicos e literários). Dentre eles figuram também os resumos, paráfrases e a resenha crítica.
            Nesse sentido, por meio de algumas elucidações já tecidas (no texto “Resumo”), podemos nos lembrar da resenha-resumo, a qual se caracteriza somente por sintetizar os pontos mais relevantes de um dado objeto, podendo ser ele uma peça teatral, uma comemoração solene ou um acontecimento qualquer da realidade; como também um livro ou capítulo desse, um filme, enfim. Acerca dessa modalidade cabe afirmar que o resenhador não emite julgamento de valor, crítica ou qualquer que seja a apreciação, visto se tratar de um texto apenas informativo, descritivo.
            Já a resenha crítica,ao contrário de se restringir a somente esses aspectos (informativo, descritivo), caracteriza-se por uma modalidade em que se torna evidente a própria postura do emissor, no sentido de deixar clara sua impressão de um dado objeto, levando em consideração suas ideias acerca do assunto em questão, procurando associá-las com as de outros autores, enfim, tornando contextualizado o texto (o objeto) em estudo. Quanto à estrutura, evidenciada logo a seguir, torna-se essencial não compreendê-la como uma espécie de “roteiro” a seguir, mesmo porque tal procedimento pode muitas vezes tolher a capacidade argumentativa, o poder de expressão. Lembre-se sempre de um fato: as ideias são ímpares; mesmo que compartilhadas com outras pessoas, elas serão sempre suas, únicas.
            Assim como funciona em todo texto relativo a esta natureza (argumentativo), haverá uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão. Obviamente que essa tríade (introdução/desenvolvimento/conclusão) não aparecerá explicitamente demarcada, contudo a forma como se apresentam dispostas as informações torna perfeitamente possível identificar essas partes. Assim, temos:
            Introdução – Nela se atesta o objeto que está sendo analisado, procurando sempre contextualizar o assunto sobre o qual se fala. Por isso, em se tratando de um livro, dados como: nome do autor, título, editora, local de publicação, número de páginas e preço de cada exemplar devem ser necessariamente ressaltados. Seguidamente a eles deve-se apontar a importância do assunto em questão, com vistas a proporcionar um norte para o leitor.
No desenvolvimento propriamente dito, observam-se as ideias do autor em questão e, como se trata de um texto crítico, o resenhista deve associá-las às suas próprias ideias. Nesse quesito devem ser levados em consideração os pontos falhos e os positivos (tendo em vista que bajulações são desnecessárias), sem deixar, portanto, de fazer comparações com as ideias de outros autores, como já dito.
            Como não poderia deixar de ser, na conclusão o que se verifica é a própria opinião do resenhista acerca da obra analisada, tendo em vista alguns aspectos úteis à compreensão do leitor. Entre eles: qualidade e originalidade da leitura, benefícios proporcionados mediante a leitura, qualidade da linguagem utilizada, se acessível ou não, pontos relevantes, necessários, bem como aspectos desnecessários, irrelevantes.

Apreensão de seminários: (Temas - grupos - datas) - Baldo

Critérios para apresentação dos Seminários

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Cronograma de Avaliações - Baldo 2015

14/10/2015 - Entrega da RESENHA CRÍTICA referente a mitologia dos preconceitos linguísticos;
21/10/2015  - Recuperação facultativa para os alunos que não entregaram a resenha no prazo.
                      Nova Resenha Crítica só que desta vez referente ao Círculo do preconceito Linguístico.
Recuperação: 
21/10/2015 - Apostila - Nota complementar
26/10/2015 - Prova bimestral
04/11/2015 - Prova de Recuperação

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Autores e obras referentes a: 3°Fase do Modernismo / Tendências Contemporâneas

 Autores e obras da 3°Fase do Modernismo*

João Cabral de Melo Neto "Pedra do Sono", "O Engenheiro" e "Morte e Vida Severina". Clarice Lispector: "Perto do Coração Selvagem", "A Paixão Segundo GH" "A Hora da Estrela". João Guimarães Rosa: "Sagarana", "Grande Sertão: Veredas", "Primeiras Estórias"; Ariano Suassuna: "Os homens de barro", "O Rico Avarento"e "O Auto da Compadecida". Lygia Fagundes Telles: "Ciranda de Pedra", "Verão no Aquário", "Antes do Baile Verde", "As Meninas"

 Autores e obras da: Tendências Contemporâneas

Cristóvão Tezza: TrapoJuliano Pavollini, A Suavidade do Vento,  Uma Noite em CuritibaBreve espaço entre cor e sombra. João Antonio: Leão-de-chácara; Chico Buarque: Estorvo, Benjamim, Budapeste. Luiz Antonio de Assis Brasil: Um quarto de légua em quadro, Bacia das almas, Manhã TransfiguradaCães da província, Pedra da memória, Os senhores do século, Concerto campestreBreviário das terras do Brasil;

sábado, 17 de dezembro de 2011

Dicas de Redação do Gabs

Para o Vestibular, a modalidade textual de ocorrência preferencial é a Dissertação Argumentativa. Algumas provas, vide a Unicamp, também contemplam outras modalidades, como a Carta Argumentativa (uma vertente em tom pessoal da Dissertação Argumentativa), a Narração (a famosa "história") e a Entrevista (apesar de sua estrutura jornalística, envolve uma forte caracterização argumentativa entre aquele que pergunta e aquele que responde).
Dessa forma, um texto que aborde a ampla temática da Redação no Vestibular deve versar a respeito da Dissertação Argumentativa, preferencialmente.
Como um "repeteco" das diversas propostas oferecidas pelas diversas Provas, a Dissertação Argumentativa deve ser escrita em:

Prosa (ou seja, utilizando-se de períodos e paragrafação adequada; os belos textos poéticos, escritos em versos e estrofes, devem ser evitados).
Norma Culta da Língua Portuguesa (considerando-se as Variantes Linguísticas, é aquela compatível com a Gramática e com os dizeres "formais" da Língua).
Número limitado de linhas (costuma-se pensar em 30 linhas para uma Dissertação Argumentativa suficiente, devendo-se dosar as palavras; um artifício que, pessoalmente, muito usei, é a adequação da letra – sempre legível – ao número de linhas permitido).
Presença de título (recentemente, de modo a avaliar de alguma forma a criatividade e capacidade de síntese do aluno, vêm sendo solicitados ao início de todo texto).

Antes de iniciarmos uma breve análise do texto Dissertativo Argumentativo, cabe ressaltar que toda e qualquer modalidade escrita necessita de leitura crítica prévia!
A definição global dessa modalidade textual envolve a exposição de uma opinião sobre o tema selecionado, na tentativa de se persuadir (convencer) o leitor (leitor universal), por meio de provas (argumentos) de sua validade.
A Dissertação Argumentativa compreende três momentos distintos, mas interligados:

• Introdução ou Tese
• Desenvolvimento ou Argumentação
• Conclusão

A escrita de um texto nesses moldes requer algumas recomendações:

Impessoalidade (aquele que disserta não deve se identificar, apelando sempre para elementos que tornem o texto impessoal, como o uso de pronomes, da partícula "se" e da voz passiva); nesse contexto, cabe o conceito do leitor universal, ou seja, deve-se escrever para um interlocutor indefinido, capaz de compreender qualquer argumento.
Evitar “achismos” e opiniões explícitas (não se devem utilizar pronomes de 1ª pessoa).
Utilizar argumentos favoráveis e desfavoráveis (argumento de ressalva - deve sempre ser refutado).
Argumentos devem ser consistentes (evitar “clichês”) e verdadeiros (verdade científica ou baseada na realidade).
Paragrafação adequada (deve-se contabilizar 1 parágrafo para a Introdução, 2-4 parágrafos para o Desenvolvimento e 1 parágrafo para a Conclusão).
Evitar repetições, seja de palavras (uso de sinônimos) ou ideias.
Seleção de palavras: evitar gírias, palavrões, termos técnicos, abreviações, gerundismo.

A Introdução, como parágrafo inicial do texto Dissertativo Argumentativo, tende a ser dividida em três momentos: a Apresentação (uma breve menção ao tema, de conteúdo expositivo, que pode ser feita a partir de uma citação ou um intertexto – será explicado adiante); a Tese propriamente dita (exposição da opinião acerca do assunto); o Gancho (conexão lógica com os argumentos; pode ser feito sob a forma de uma pergunta, desde que garantidamente respondida durante o Desenvolvimento).

O Desenvolvimento representa a porção textual de apresentação dos argumentos para defender sua tese, ou seja, é a parte crucial do texto para persuadir o leitor sobre sua opinião (cabe lembrar que não é necessário que, ao fim do texto, ele concorde plenamente com a sua opinião, mas sim que ele aceite seus argumentos e considere sua opinião plausível). Para tanto, a disposição dos argumentos deve seguir alguns critérios:

• Coerência: A sequência dos argumentos deve fazer sentido entre si e com a realidade.
• Coesão: A sequência dos argumentos deve manter a unidade do texto.
• Intertextos: O texto deve dialogar com ideias distintas, como históricas, literárias, filosóficas etc. A referência a elementos distintos da realidade é essencial a um bom texto dissertativo, especialmente aos elementos da coletânea (conjunto de textos e imagens fornecidos no corpo da Prova).
• Progressão Argumentativa: A sequência dos argumentos deve, de fato, representar uma sequência lógica de ideias, tornando o texto claro e conciso.

A Conclusão deve atuar com uma abordagem de ideias referente à retomada (utilização das palavras-chave) do conteúdo principal do texto, ou seja, um fechamento conferido à argumentação. Dessa forma, considera-se esse momento como cíclico, por conter referências à Introdução e Argumentação. Para tal, deve-se utilizar o tom descendente (não se pode deixar nenhuma conclusão a critério do leitor) e o tom sugestivo (como cidadãos atuantes, devemos elaborar soluções para a resolução do tema sugerido). Duas dicas para a conclusão: Evitar “frases de auto-ajuda” e conjunções conclusivas em seu início.

Uma vez entendida a estrutura de uma Dissertação Argumentativa, vale a pena comentar alguns critérios de anulação textual (devem ser evitados) e os critérios de avaliação e correção desses textos (devem ser priorizados).

Critérios de Anulação:
• Texto não-dissertativo;
• Fuga do tema proposto;
• Postura preconceituosa (fere os "Direitos Humanos");
• Informalidade de linguagem.

Critérios de Correção:
• Adequação à proposta;
• Coerência;
• Coesão;
• Aspectos linguísticos (uso da Norma Culta);
• Aspectos dissertativos (respeito aos 3 momentos).

Dito isso, mãos à obra, à confecção de grandes textos Dissertativos Argumentativos!

Gabriel E. Becher
Professor de Redação e Interpretação de Texto do Curso MedEnsina