segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Apostila: 3° ano ( 3° bimestre) 2015.

          A nova apostila do 3° bimestre tem praticamente o mesmo conteúdo que sua versão anterior, a diferença é que a nova versão é colorida, possui uma melhor organização do conteúdo, uma melhor distribuição dos assuntos e um número maior de exercícios com a mesma quantidade de páginas. 
      * Lembrando, que no momento, esta versão está disponível apenas para baixar e que qualquer uma das apostilas, tanto a versão nova como a versão antiga, valem a mesma nota complementar se entregue no prazo.

domingo, 18 de outubro de 2015

Cronograma de Avaliações do Colégio Baldo

Cronograma de avaliação dos alunos 3°A, 3°B e 3°C do Colégio Luís Sebastião Baldo
14/10/2015 - Resenha crítica referente a mitologia dos preconceitos linguísticos;
de 05/10/2015 de 19/10/2015 - Apresentação de Seminário. - Critérios Avaliativos.
 21/10/2015  - Recuperação facultativa para os alunos que não entregaram a resenha no prazo.
                      Nova Resenha Crítica só que desta vez referente ao Círculo do preconceito Linguístico.
21/10/2015 - Apostila - (para baixar) Nota complementar
26/10/2015 - Prova bimestral - Conteúdo: Segunda Geração do Modernismo (prosa e poesia)
04/11/2015 - Prova de Recuperação - Conteúdo: Segunda Geração do Modernismo (prosa e poesia)

Cronograma de Avaliações do Colégio Altair

Cronograma  de avaliação do alunos do 3°A do Colégio Altair da Silva Leme
de 07/10/2015 de 21/10/2015 - Apresentação de Seminários; - Critérios Avaliativos.
21/10/2015 - Resenha Crítica referente a mitologia dos preconceitos linguísticos;
      
28/10/2015 - Apostila - (para baixar) Nota complementar
28/10/2015 - Recuperação para os alunos que não entregaram a resenha dos Mitos no prazo.
                      Nova Resenha Crítica só que desta vez referente ao Círculo do preconceito Linguístico.
28/10/2015 - Prova bimestral - Conteúdo: Segunda Geração do Modernismo (prosa e poesia)
04/11/2015 - Prova de Recuperação - Conteúdo: Segunda Geração do Modernismo (prosa e poesia)

Modelo de Resenha Crítica

Resenha Crítica
            A resenha crítica representa um dos trabalhos desenvolvidos ao longo da vida escolar cujos aspectos linguísticos e estruturais se definem por critérios específicos.
            Falar sobre resenha crítica significa, sobretudo, enfatizar os trabalhos escolares, como os destinados à conclusão de final de um texto ( científicos e literários). Dentre eles figuram também os resumos, paráfrases e a resenha crítica.
            Nesse sentido, por meio de algumas elucidações já tecidas (no texto “Resumo”), podemos nos lembrar da resenha-resumoa qual se caracteriza somente por sintetizar os pontos mais relevantes de um dado objeto, podendo ser ele uma peça teatral, uma comemoração solene ou um acontecimento qualquer da realidade; como também um livro ou capítulo desse, um filme, enfim. Acerca dessa modalidade cabe afirmar que o resenhador não emite julgamento de valor, crítica ou qualquer que seja a apreciação, visto se tratar de um texto apenas informativo, descritivo.
            Já a resenha crítica,ao contrário de se restringir a somente esses aspectos (informativo, descritivo), caracteriza-se por uma modalidade em que se torna evidente a própria postura do emissor, no sentido de deixar clara sua impressão de um dado objeto, levando em consideração suas ideias acerca do assunto em questão, procurando associá-las com as de outros autores, enfim, tornando contextualizado o texto (o objeto) em estudo. Quanto à estrutura, evidenciada logo a seguir, torna-se essencial não compreendê-la como uma espécie de “roteiro” a seguir, mesmo porque tal procedimento pode muitas vezes tolher a capacidade argumentativa, o poder de expressão. Lembre-se sempre de um fato: as ideias são ímpares; mesmo que compartilhadas com outras pessoas, elas serão sempre suas, únicas.
            Assim como funciona em todo texto relativo a esta natureza (argumentativo), haverá uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão. Obviamente que essa tríade (introdução/desenvolvimento/conclusão) não aparecerá explicitamente demarcada, contudo a forma como se apresentam dispostas as informações torna perfeitamente possível identificar essas partes. Assim, temos:
            Introdução – Nela se atesta o objeto que está sendo analisado, procurando sempre contextualizar o assunto sobre o qual se fala. Por isso, em se tratando de um livro, dados como: nome do autor, título, editora, local de publicação, número de páginas e preço de cada exemplar devem ser necessariamente ressaltados. Seguidamente a eles deve-se apontar a importância do assunto em questão, com vistas a proporcionar um norte para o leitor.
No desenvolvimento propriamente dito, observam-se as ideias do autor em questão e, como se trata de um texto crítico, o resenhista deve associá-las às suas próprias ideias. Nesse quesito devem ser levados em consideração os pontos falhos e os positivos (tendo em vista que bajulações são desnecessárias), sem deixar, portanto, de fazer comparações com as ideias de outros autores, como já dito.
            Como não poderia deixar de ser, na conclusão o que se verifica é a própria opinião do resenhista acerca da obra analisada, tendo em vista alguns aspectos úteis à compreensão do leitor. Entre eles: qualidade e originalidade da leitura, benefícios proporcionados mediante a leitura, qualidade da linguagem utilizada, se acessível ou não, pontos relevantes, necessários, bem como aspectos desnecessários, irrelevantes.

Alunos destaques: 3° ano (1° e 2° trimestre) Altair/2015

Vídeo Aula: Modernismo no Brasil (poesia/ prosa)

Apreensão de seminários: (Temas - grupos - datas) - Altair

Modelo de Resenha Crítica

Resenha Crítica
            A resenha crítica representa um dos trabalhos desenvolvidos ao longo da vida escolar cujos aspectos linguísticos e estruturais se definem por critérios específicos.
            Falar sobre resenha crítica significa, sobretudo, enfatizar os trabalhos escolares, como os destinados à conclusão de final de um texto ( científicos e literários). Dentre eles figuram também os resumos, paráfrases e a resenha crítica.
            Nesse sentido, por meio de algumas elucidações já tecidas (no texto “Resumo”), podemos nos lembrar da resenha-resumo, a qual se caracteriza somente por sintetizar os pontos mais relevantes de um dado objeto, podendo ser ele uma peça teatral, uma comemoração solene ou um acontecimento qualquer da realidade; como também um livro ou capítulo desse, um filme, enfim. Acerca dessa modalidade cabe afirmar que o resenhador não emite julgamento de valor, crítica ou qualquer que seja a apreciação, visto se tratar de um texto apenas informativo, descritivo.
            Já a resenha crítica,ao contrário de se restringir a somente esses aspectos (informativo, descritivo), caracteriza-se por uma modalidade em que se torna evidente a própria postura do emissor, no sentido de deixar clara sua impressão de um dado objeto, levando em consideração suas ideias acerca do assunto em questão, procurando associá-las com as de outros autores, enfim, tornando contextualizado o texto (o objeto) em estudo. Quanto à estrutura, evidenciada logo a seguir, torna-se essencial não compreendê-la como uma espécie de “roteiro” a seguir, mesmo porque tal procedimento pode muitas vezes tolher a capacidade argumentativa, o poder de expressão. Lembre-se sempre de um fato: as ideias são ímpares; mesmo que compartilhadas com outras pessoas, elas serão sempre suas, únicas.
            Assim como funciona em todo texto relativo a esta natureza (argumentativo), haverá uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão. Obviamente que essa tríade (introdução/desenvolvimento/conclusão) não aparecerá explicitamente demarcada, contudo a forma como se apresentam dispostas as informações torna perfeitamente possível identificar essas partes. Assim, temos:
            Introdução – Nela se atesta o objeto que está sendo analisado, procurando sempre contextualizar o assunto sobre o qual se fala. Por isso, em se tratando de um livro, dados como: nome do autor, título, editora, local de publicação, número de páginas e preço de cada exemplar devem ser necessariamente ressaltados. Seguidamente a eles deve-se apontar a importância do assunto em questão, com vistas a proporcionar um norte para o leitor.
No desenvolvimento propriamente dito, observam-se as ideias do autor em questão e, como se trata de um texto crítico, o resenhista deve associá-las às suas próprias ideias. Nesse quesito devem ser levados em consideração os pontos falhos e os positivos (tendo em vista que bajulações são desnecessárias), sem deixar, portanto, de fazer comparações com as ideias de outros autores, como já dito.
            Como não poderia deixar de ser, na conclusão o que se verifica é a própria opinião do resenhista acerca da obra analisada, tendo em vista alguns aspectos úteis à compreensão do leitor. Entre eles: qualidade e originalidade da leitura, benefícios proporcionados mediante a leitura, qualidade da linguagem utilizada, se acessível ou não, pontos relevantes, necessários, bem como aspectos desnecessários, irrelevantes.

Apreensão de seminários: (Temas - grupos - datas) - Baldo

Critérios para apresentação dos Seminários

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Cronograma de Avaliações - Baldo 2015

14/10/2015 - Entrega da RESENHA CRÍTICA referente a mitologia dos preconceitos linguísticos;
21/10/2015  - Recuperação facultativa para os alunos que não entregaram a resenha no prazo.
                      Nova Resenha Crítica só que desta vez referente ao Círculo do preconceito Linguístico.
Recuperação: 
21/10/2015 - Apostila - Nota complementar
26/10/2015 - Prova bimestral
04/11/2015 - Prova de Recuperação

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Autores e obras referentes a: 3°Fase do Modernismo / Tendências Contemporâneas

 Autores e obras da 3°Fase do Modernismo*

João Cabral de Melo Neto "Pedra do Sono", "O Engenheiro" e "Morte e Vida Severina". Clarice Lispector: "Perto do Coração Selvagem", "A Paixão Segundo GH" "A Hora da Estrela". João Guimarães Rosa: "Sagarana", "Grande Sertão: Veredas", "Primeiras Estórias"; Ariano Suassuna: "Os homens de barro", "O Rico Avarento"e "O Auto da Compadecida". Lygia Fagundes Telles: "Ciranda de Pedra", "Verão no Aquário", "Antes do Baile Verde", "As Meninas"

 Autores e obras da: Tendências Contemporâneas

Cristóvão Tezza: TrapoJuliano Pavollini, A Suavidade do Vento,  Uma Noite em CuritibaBreve espaço entre cor e sombra. João Antonio: Leão-de-chácara; Chico Buarque: Estorvo, Benjamim, Budapeste. Luiz Antonio de Assis Brasil: Um quarto de légua em quadro, Bacia das almas, Manhã TransfiguradaCães da província, Pedra da memória, Os senhores do século, Concerto campestreBreviário das terras do Brasil;

sábado, 17 de dezembro de 2011

Dicas de Redação do Gabs

Para o Vestibular, a modalidade textual de ocorrência preferencial é a Dissertação Argumentativa. Algumas provas, vide a Unicamp, também contemplam outras modalidades, como a Carta Argumentativa (uma vertente em tom pessoal da Dissertação Argumentativa), a Narração (a famosa "história") e a Entrevista (apesar de sua estrutura jornalística, envolve uma forte caracterização argumentativa entre aquele que pergunta e aquele que responde).
Dessa forma, um texto que aborde a ampla temática da Redação no Vestibular deve versar a respeito da Dissertação Argumentativa, preferencialmente.
Como um "repeteco" das diversas propostas oferecidas pelas diversas Provas, a Dissertação Argumentativa deve ser escrita em:

Prosa (ou seja, utilizando-se de períodos e paragrafação adequada; os belos textos poéticos, escritos em versos e estrofes, devem ser evitados).
Norma Culta da Língua Portuguesa (considerando-se as Variantes Linguísticas, é aquela compatível com a Gramática e com os dizeres "formais" da Língua).
Número limitado de linhas (costuma-se pensar em 30 linhas para uma Dissertação Argumentativa suficiente, devendo-se dosar as palavras; um artifício que, pessoalmente, muito usei, é a adequação da letra – sempre legível – ao número de linhas permitido).
Presença de título (recentemente, de modo a avaliar de alguma forma a criatividade e capacidade de síntese do aluno, vêm sendo solicitados ao início de todo texto).

Antes de iniciarmos uma breve análise do texto Dissertativo Argumentativo, cabe ressaltar que toda e qualquer modalidade escrita necessita de leitura crítica prévia!
A definição global dessa modalidade textual envolve a exposição de uma opinião sobre o tema selecionado, na tentativa de se persuadir (convencer) o leitor (leitor universal), por meio de provas (argumentos) de sua validade.
A Dissertação Argumentativa compreende três momentos distintos, mas interligados:

• Introdução ou Tese
• Desenvolvimento ou Argumentação
• Conclusão

A escrita de um texto nesses moldes requer algumas recomendações:

Impessoalidade (aquele que disserta não deve se identificar, apelando sempre para elementos que tornem o texto impessoal, como o uso de pronomes, da partícula "se" e da voz passiva); nesse contexto, cabe o conceito do leitor universal, ou seja, deve-se escrever para um interlocutor indefinido, capaz de compreender qualquer argumento.
Evitar “achismos” e opiniões explícitas (não se devem utilizar pronomes de 1ª pessoa).
Utilizar argumentos favoráveis e desfavoráveis (argumento de ressalva - deve sempre ser refutado).
Argumentos devem ser consistentes (evitar “clichês”) e verdadeiros (verdade científica ou baseada na realidade).
Paragrafação adequada (deve-se contabilizar 1 parágrafo para a Introdução, 2-4 parágrafos para o Desenvolvimento e 1 parágrafo para a Conclusão).
Evitar repetições, seja de palavras (uso de sinônimos) ou ideias.
Seleção de palavras: evitar gírias, palavrões, termos técnicos, abreviações, gerundismo.

A Introdução, como parágrafo inicial do texto Dissertativo Argumentativo, tende a ser dividida em três momentos: a Apresentação (uma breve menção ao tema, de conteúdo expositivo, que pode ser feita a partir de uma citação ou um intertexto – será explicado adiante); a Tese propriamente dita (exposição da opinião acerca do assunto); o Gancho (conexão lógica com os argumentos; pode ser feito sob a forma de uma pergunta, desde que garantidamente respondida durante o Desenvolvimento).

O Desenvolvimento representa a porção textual de apresentação dos argumentos para defender sua tese, ou seja, é a parte crucial do texto para persuadir o leitor sobre sua opinião (cabe lembrar que não é necessário que, ao fim do texto, ele concorde plenamente com a sua opinião, mas sim que ele aceite seus argumentos e considere sua opinião plausível). Para tanto, a disposição dos argumentos deve seguir alguns critérios:

• Coerência: A sequência dos argumentos deve fazer sentido entre si e com a realidade.
• Coesão: A sequência dos argumentos deve manter a unidade do texto.
• Intertextos: O texto deve dialogar com ideias distintas, como históricas, literárias, filosóficas etc. A referência a elementos distintos da realidade é essencial a um bom texto dissertativo, especialmente aos elementos da coletânea (conjunto de textos e imagens fornecidos no corpo da Prova).
• Progressão Argumentativa: A sequência dos argumentos deve, de fato, representar uma sequência lógica de ideias, tornando o texto claro e conciso.

A Conclusão deve atuar com uma abordagem de ideias referente à retomada (utilização das palavras-chave) do conteúdo principal do texto, ou seja, um fechamento conferido à argumentação. Dessa forma, considera-se esse momento como cíclico, por conter referências à Introdução e Argumentação. Para tal, deve-se utilizar o tom descendente (não se pode deixar nenhuma conclusão a critério do leitor) e o tom sugestivo (como cidadãos atuantes, devemos elaborar soluções para a resolução do tema sugerido). Duas dicas para a conclusão: Evitar “frases de auto-ajuda” e conjunções conclusivas em seu início.

Uma vez entendida a estrutura de uma Dissertação Argumentativa, vale a pena comentar alguns critérios de anulação textual (devem ser evitados) e os critérios de avaliação e correção desses textos (devem ser priorizados).

Critérios de Anulação:
• Texto não-dissertativo;
• Fuga do tema proposto;
• Postura preconceituosa (fere os "Direitos Humanos");
• Informalidade de linguagem.

Critérios de Correção:
• Adequação à proposta;
• Coerência;
• Coesão;
• Aspectos linguísticos (uso da Norma Culta);
• Aspectos dissertativos (respeito aos 3 momentos).

Dito isso, mãos à obra, à confecção de grandes textos Dissertativos Argumentativos!

Gabriel E. Becher
Professor de Redação e Interpretação de Texto do Curso MedEnsina

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Todos estão convidados a participar do curta: Os conflitos do jovem Carlos

Sinopse: Um jovem enigmático e introspectivo começa a estudar em uma escola longe de sua casa, mas por diversas razões acaba não se adaptando, preferindo viver sua vida escolar fora da sala, onde descobre um universo paralelo e fascinante.
Carlos conhece a bela Maria, e apesar dos dois serem muito diferentes, iniciam um namoro cheio de afeto e cumplicidade, que vai bem até ele deparar-se com Ana, garota inteligente com a qual se identifica muito, os dois se tornam amigos e conforme essa amizade cresce, cresce também o ciúme doentio e destrutivo de Maria, que num momento de insanidade comete uma loucura. Agora Carlos em meio aos muitos conflitos toma a decisão de seguir seu destino, mas será que ele conseguirá viver com aquele emaranhado de emoções confusas adquiridas na escola?

Exercícios: 3° fase do Modernismo / Tendências Contemporâneas

1. Quais são as características da obra de Guimarães Rosa? Cite três obras:
2. Quais são as características da obra de Clarice Lispector? Cite três obras:
3. Quais são as características da obra de João Cabral de Melo Neto? Cite três obras:
4. Quais são as características da Terceira fase do Modernismo?
5. Quais são as características do período referente as tendências Contemporâneas?
6. Quais são os poetas pertencentes ao Concretismo?
7. Escreva sobre a tendencia da literatura de apelos para o leitor de massa?
8. Escreva sobre a tendência da literatura em tudo é convenção literária?
9. Quais são as principais obras de João Ubaldo Ribeiro
10. Quais são os autores da literatura paranaense nas tendências contemporâneas?
11. Quais são as principais representantes do Realismo Fantástico?
12. Escolha duas propostas de redação entre as quatro deixadas na secretaria e escreva dois textos dissertativos.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

trabalho de reposição de aula

1 - Produção de texto dissertativo (redação)

"Manifestação contra o comércio de animais em Curitiba - “Nós viemos aqui fazer uma campanha de conscientização para que as pessoas não comprem mais animais de estimação, pois existem vários deles abandonados nas ruas, as protetoras os resgatam e os põem para doação, animais saudáveis, vacinados… E a gente quer que o público se conscientize também que existem muitos criadores que usam matrizes, as mantêm em condições de crueldade, sem tratamento veterinário, sem vacina, sem uma alimentação correta, tirando cria após cria só para vender os filhotes.”, disse Lorenza, manifestante.


Tema: “Não compre, adote!”, “Animal não é produto!”,

O texto deve ter um título que seja criativo, atrativo e que sintetize o seu pensamento;

· Organize sua redação entre três a quatro parágrafos;

· O texto não deve ser escrito na primeira pessoa do singular, e deve-se evite utilizar também a primeira pessoa do plural;

· O texto deverá obrigatoriamente ter acima de 10 linhas.

2 - Produção de texto dissertativo (redação)

Tema: É válido aumentar de forma absurda as taxas do Detran para custear a segurança pública no estado.

O texto deve ter um título que seja criativo, atrativo e que sintetize o seu pensamento;

· Organize sua redação entre três a quatro parágrafos;

· O texto não deve ser escrito na primeira pessoa do singular, e deve-se evite utilizar também a primeira pessoa do plural;

· O texto deverá obrigatoriamente ter acima de 10 linhas.

3 - Produção de texto dissertativo (redação)

"O ex-governador Orlando Pessuti disse pelo twitter nesta segunda-feira (28) que o sucessor dele, Beto Richa (PSDB), tem que explicar aos agricultores porque aumentou o preço e propõe mais praças de pedágio no Paraná." blog do esmael

tema: O governador precisa-se criar mais praças de pedágio ou acabar com o pedágio no estado.

O texto deve ter um título que seja criativo, atrativo e que sintetize o seu pensamento;

· Organize sua redação entre três a quatro parágrafos;

· O texto não deve ser escrito na primeira pessoa do singular, e deve-se evite utilizar também a primeira pessoa do plural;

· O texto deverá obrigatoriamente ter acima de 10 linhas.


4 - produção de texto dissertativo (redação)

Tema: O que são as rádios comunitárias e por que são criminalizadas pela grande mídia (Band, Grobo, CBN, SBT...)

O texto deve ter um título que seja criativo, atrativo e que sintetize o seu pensamento;

· Organize sua redação entre três a quatro parágrafos;

· O texto não deve ser escrito na primeira pessoa do singular, e deve-se evite utilizar também a primeira pessoa do plural;

· O texto deverá obrigatoriamente ter acima de 10 linhas.

5 - Produção de texto dissertativo (redação)
tema: Observe a charge abaixo e produza um texto com a sua análise e com a sua opinião.

O texto deve ter um título que seja criativo, atrativo e que sintetize o seu pensamento;

· Organize sua redação entre três a quatro parágrafos;

· O texto não deve ser escrito na primeira pessoa do singular, e deve-se evite utilizar também a primeira pessoa do plural;

· O texto deverá obrigatoriamente ter acima de 10 linhas.



segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Redação sobre o trabalho indecente

Produção de texto dissertativo**

· Tema; Trabalho indecente X direito da juventude trabalhadora;

· O texto deve ter um título que seja criativo, atrativo e que sintetize o seu pensamento;

· Organize sua redação em quatro parágrafos;

· O texto não deve ser escrito na primeira pessoa do singular, e deve-se evite utilizar também a primeira pessoa do plural;

· O texto deverá obrigatoriamente ter no mínimo 15 linhas e no máximo 25 linhas;

· A Redação deverá ser inédita;

· Data de entrega: entre 21/11/2011 e 23/11/2011

Redação sobre a Reforma Agrária

Produção de texto dissertativo*

· Tema: A partir do documentário O Bem e o Mal?” produza um texto exteriorizando sua opinião sobre de que forma a reforma agrária realizada nos latifúndios improdutivos podem reduzir significativamente os conflitos relacionados a terra;

· O texto deve ter um título que seja criativo, atrativo e que sintetize o seu pensamento;

· O texto deve ter um título que seja criativo, atrativo e que sintetize a sua opinião;

· Organize sua redação em quatro ou cinco parágrafos;

· O texto deverá obrigatoriamente ter no mínimo 15 linhas e no máximo 25 linhas;

· A Redação deverá ser inédita;

· Data de entrega: 21/11

quarta-feira, 10 de março de 2010

O FILME PROIBIDO SOBRE A REDE GLOBO

O Filme proibido sobre a Rede Globo produzido pela BBC

O vídeo mostra como Roberto Marinho construiu o império das organizações globo, como pode corromper e manipular...(...) mostra também entrevistas de várias personalidades além de esclarecer vários fatos como 'Nec do Brasil' ' Grupo Time Life'. Após assistir esse filme você terá outra visão sobre a Rede Globo de Televisão.

UM POUCO DA HISTÓRIA SECRETA

Um super investimento do governo militar em telecomunicação da suporte para que nasça uma das maiores rede de tv do mundo. ( Pão e circo ao povo) futebol, novela, carnaval transmitidos ao Brasil e a saúde e educação abandonados mas o povo sob total controle da REDE GLOBO ... que em troca transmitia apenas o que era conveniente ao's' governo's'...AI5, Seqüestro do embaixador americano, bombardeio do teatro, assassinato de jornalista isso tudo era proibido de ser passado em meios de comunicação, porém a REDE GLOBO foi muito além do que era solicitado. Tancredo Neves ganha as eleições e logo anuncia Antonio Carlos Magalhães como ministro das telecomunicações porém, morre antes de assumir a presidência. Sarnei assume e mantém Antonio Carlos Magalhães como ministro das telecomunicações..... Antonio Carlos Magalhães cancela contrato com a NEC do Brasil que passa a valer muito pouco e logo é comprada pela REDE GLOBO após a compra Antonio Carlo Magalhães volta os contratos com a NEC do Brasil com Governo Federal com isso a REDE GLOBO ganha 350 Milhões rapidamente. Em troca Antonio Carlos Magalhães ganha algumas concessões da Rede Globo na Bahia , o Presidente Sarnei dá 90 concessões de TV em seu mandato Só o Presidente Sarnei ganha 2 afiliadas da Rede Globo. Desde então nenhuma concessão foi dada.

Algumas Declarações contidas no Documentário:

Chico Buarque (A tv globo proibia pessoas de existir, ela tornava pessoas em não pessoas... ela ia muito além do que era solicitada)

Washington Olivetto ( O Brasil as vezes deixa de falar português e passa a falar TV Globes.)

A Palavra do Presidente ( Que os ricos sejam mais ricos para que os pobre por sua vez sejam menos pobres.)

A Palavra do Presidente ( Quando vejo o mundo ele está terrível, mas quando vejo o brasil na TEVÊ GLOBO tudo está uma maravilha)

Luiz Inacio Lula da Silva (a globo só mente ... ela só informa sobre interesses patronais...)

Armando Nogueira, fala diretamente ao dono da empresa Globo (Dr Roberto eu não vi esse compacto, se tivesse visto eu teria impedido que ele fosse ao ar, ..... a REDE GLOBO foi infeliz e fez uma edição burra... - Se referindo ao debate para presidente Collor x Lula) imediatamente após a reclamação Armando Nogueira chefe de jornalismo da Rede Globo há 22 anos foi aposentado e substituído pelo editor do debate.



terça-feira, 9 de março de 2010

Temas dos seminários

FALSOS MALANDROS

Como são idiotas, bah, e pensam que são malandros. Falo dos jovens homens. E elas, então? Todas metidas a modernas e não passam de ingênuas que beiram o retardo psicológico.

Estou falando desses jovens, eles e elas, que andam por aí, em maioria. Quando entro nas escolas para fazer palestras, já começo dizendo que "aqui neste auditório de 500, 600 de vocês, vai ser difícil achar um esperto, um guri ou guria que, de fato, possa se dizer esperto. O que mais há aqui dentro é trouxa metido a esperto".

E dou exemplos: sair por aí cantando os pneus do carro, se achando o tal, qualquer doente mental faz isso. Beber, encher a cara na pizzaria da cidade, abrir o porta-malas do carro e deixar o som berrar é coisa de abobado, de um estúpido que pensa que está agradando. Pobre bronco.

E as gurias, que agora deram para beber? Deram, também, para consumir "balinhas" de ecstasy, que ridículas. E se acham. E por que fazem isso? Porque não se garantem, se acham feias, sem graça, sem ideias, sem nada de interessante. E elas têm razão, são isso mesmo. E o são porque não estudam, porque não se respeitam, porque se deixam passar de mão em mão por bobões que nada sabem da vida e que andam de carrões dados pelos pais. Que malandragem é essa?

Acabo de ler que jovens no Rio e São Paulo (só lá...?) não sabem mais o que inventar para se drogar nas baladas, nas festinhas. Andam misturando todo tipo de remédios psicotrópicos com bebidas ou sem elas para ficarem "numa boa". Pobres diabos.

E já nem vou falar dos pais deles, mais das vezes infelizes existenciais que justificam a loucura dos filhos. Essa é, leitora, infelizmente, a verdade do que anda por aí. Comportadas, claro, as magníficas exceções, tão raras, tão raras.

Quem conhecer alguma pessoa, uma única, um jovem, um único, que tenha resolvido os seus problemas existenciais com drogas, por favor, faça-me saber. Vou recomendá-lo ao Faustão, ao
Fantástico, para um entrevista.

E a pessoa será anunciada assim: e agora vocês vão conhecer alguém que resolveu todos os seus problemas de covardia existencial com drogas, com vocês, fulano de tal... Bolas!

O diacho disso tudo é que tem muito "velho", caras de 25 anos para cima, consumindo drogas, legais e ilegais, para dar combate ao vazio existencial, às frouxidões do caráter. E muitos desses fazem filhos. Pior de tudo, acharam uma sonsa com quem casar. Duvidas do que digo? Dê uma saidinha à noite e espiche o olhar...

Postado por: Luiz Carlos Prates. Terça-feira, 02 de março de 2010


Vocês concordam com o autor? Por quê?

CRITÉRIOS AVALIATIVOS

PRECONCEITO LINGUÍSTICO

O preconceito linguístico é uma forma de preconceito a determinadas variedades linguísticas. Para a linguística, os chamados erros gramaticais não existem nas línguas naturais, salvo por patologias de ordem cognitiva. Segundo os linguistas, a noção de correto imposta pelo ensino tradicional da gramática normativa origina um preconceito contra as variedades não-padrão.
Origens
sociólogo Nildo Viana foi quem primeiro apresentou uma visão marxista deste fenômeno, relacionando-o com a educação escolar e a dominação de classe, bem como questionando pesquisadores deste tema. Para Viana, a linguagem é um fenômeno social e está ligada ao processo de dominação, tal como o sistema escolar, que é a fonte da "dominação linguística". A ligação indissolúvel entre linguagem, escrita e educação com os processos de dominação, segundo o autor, é a fonte do preconceito linguístico, pois a língua escrita veiculada pela escola se torna a língua padrão e esta se torna norma geral que todos devem seguir, mas o seu modelo se encontra entre os setores privilegiados e dominantes da sociedade. Assim, ele conclui que a escola é a base do preconceito linguístico, e esta reproduz as desigualdades sociais.
Na Inglaterra, por sua vez, a linguista Deborah Cameron, autora do livro Verbal Hygiene, inicia sua obra citando uma manchete um jornal dominical, que diz numa tradução livre "Tradições Inglesas do Passado estão sob ameça". A reportagem não remete a nenhum grande costume inglês, mas sim a cidadãos ingleses comumente chamados de "anoraks", que saem às ruas para panfletar que a língua inglesa está sendo descaracterizada, arruinada pela mídia em geral. Como isso se torna relevante para um livro chamado Higiene Verbal?
O que ficaria claro, a partir desse ponto, é que existe um número significativo de pessoas que se importam sobre questões linguísticas; essas pessoas não apenas falam seu próprio idioma, mas são apaixonadas por ele. A autora se propõe então a ouvir o que essas pessoas têm a dizer, e compreender o porquê delas agirem de tal modo.
A autora comenta uma situação na qual ela estava com um grupo dessas pessoas presentes no Conway Hall (um centro de estudos culturais, independente) e, quando ela disse que era uma linguista, todos ficaram animados, e disseram: “Uau, como os linguistas combatem esses abusos da linguagem?”. A autora, meio sem jeito, acabou evitou a discussão. Ela acredita que eles não entenderiam que a linguística é uma ciência descritiva, e não prescritiva, além de acreditar que essa seria uma resposta um tanto rude. Em 5 de julho de 1993, num programa de rádio da BBC, Michael Dummet, um professor emérito de lógica, apontava para o trágico estado da língua inglesa e apontava como culpadas desse fato as idéias ridículas dos linguistas. Linguistas, diz ele, proclamam que a Língua não importa, e pode ser usada e abusada à vontade.
Entre outros casos considerados "trágico-cômicos" pela Linguística, a autora cita um memorando do jornal The Times, onde o editor diz para os jornalistas que não usem a palavra "consensus", pois era uma palavra horrível/odiosa. Por fim, a autora reitera sua proposta de tentar compreender (compreender não significa concordar, ela deixa isso claro) o posicionamento assumido por essas pessoas frente a questões linguísticas.
Nos Estados Unidos da América, apesar da não existência de uma academia reguladora dos assuntos da linguagem, não faltam pessoas que tomam pra si essa função, sendo elas conhecidas como "language mavens". Essas pessoas chegam até mesmo a constituir grupos de defesa de um chamado "inglês real", verdadeiro, ou numa posição mais globalista como acontece no caso do Esperanto. Elas mandam cartas para jornais dizendo/apontando para um "declínio do bom inglês". Seus alvos vão além dos jornais, chegando a atacar anunciantes de panfletos, banners etc.
Variação linguística e preconceito
Da mesma forma que a humanidade evolui e se modifica com o passar do tempo, a língua acompanha essa evolução e varia de acordo com os diversos contatos entre os seres pertencentes à comunidade universal. Assim, é considerada um objeto histórico, sujeita a transformações, que se modifica no tempo e se diversifica no espaço. Existem quatro modalidades que explicam as variantes linguísticas:
Variação histórica (palavras e expressões que caíram em desuso com o passar do tempo);
Variação geográfica (diferenças de vocabulário, pronúncia de sons e construções sintáticas em regiões falantes do mesmo idioma);
Variação social (a capacidade linguística do falante provém do meio em que vive, sua classe social, faixa etária, sexo e grau de escolaridade);
variação estilística (cada indivíduo possui uma forma e estilo de falar próprio, adequando-o de acordo com a situação em que se encontra).
Entretanto, mesmo que as variantes acima descrit as expliquem as variações linguísticas, o falante que não domina a língua denominada "padrão" por sua comunidade linguística, sofre preconceitos e é "excluído" da "roda dos privilegiados", aqueles que tiveram acesso à educação de qualidade e, por isso, consideram-se "melhores" que os demais. Esse tipo de preconceito é denominado preconceito linguístico.
De acordo com Marcos Bagno, "preconceito linguístico é a atitude que consiste em discriminar uma pessoa devido ao seu modo de falar". Como já dito, esse preconceito é exercido por aqueles que tiveram acesso à educação de qualidade, à “norma padrão de prestígio”, ocupam as classes sociais dominantes e, sob o pretexto de defender a língua portuguesa, acreditam que o falar daqueles sem instrução formal e com pouca escolarização é “feio”, e carimbam o diferente sob o rótulo do ”erro”. Infelizmente, “preconceito linguístico” é somente uma denominação “bonita” para um profundo preconceito “social”: não é a maneira de falar que sofre preconceito, mas a identidade social e individual do falante.
Há muitos preconceitos no mundo todo: preconceito racial, preconceito contra os pobres, contra as mulheres..., enfim, uma infinidade de “absurdos” cometidos por parte dos “ignorantes”. Mas, dentro do chamado “preconceito linguístico”, posso citar alguns considerados “destaque”, devido à constante frequência de suas ocorrências.
“A norma padrão constitui o português correto; tudo o que foge a ela representa erro”. Dentro do ambiente escolar, muitos professores costumam repetir essa frase. Porém, é necessário que eles compreendam que não existe português certo ou errado, mas modalidades de prestígio ou desprestígio que correspondem ao meio e ao falante. O apagamento de uma modalidade em favor de outra é despersonalizador, pois o indivíduo, ao ingressar na escola, possui um repertório cultural já formado pelo seu meio e, se lhe for dito que tudo o que conhecia (no caso, sua linguagem) é “errado”, perderá sua identidade verdadeira e poderá adquirir o preconceito. Por isso, é desejável que o aluno não abandone sua modalidade em seu meio. Mas, a prática da norma culta deve ser ensinada para a promoção social do mesmo.
As instituições de ensino deveriam tratar a questão do ensino da norma culta e das variantes linguísticas de maneira com que os alunos conseguissem compreender a norma e suas variantes. Deveriam promover aos alunos uma reflexão sobre a língua materna, distinguindo o que é adequado ou inadequado em determinadas situações de uso. Dessa forma, a classe sócio-economicamente desprivilegiada teria a oportunidade de ascensão social e de acesso aos instrumentos culturais, obtendo prestígio.
Mas, ao contrário do que é realmente adequado ao ensino da língua, as escolas estão mantendo as classes menos favorecidas em um baixo patamar, sem lhes promover o conhecimento da língua materna e a reflexão sobre as variações linguísticas existentes, privando-as de uma oportunidade de ascensão social.
É importante que os professores promovam os instrumentos necessários para que os alunos possam ser capazes de compreender as linguagens formal e informal e adequá-la às diversas situações que lhes acontecerem. Há também a necessidade de fazê-los refletir sobre o que é “certo e errado”, levando em consideração as diversas variações históricas, estilísticas, geográficas e sociais que a linguagem possui.
“O bom português é aquele praticado em determinada região”, “O caboclo fala errado”, “Nenhum brasileiro fala o português corretamente”. Indivíduos não conhecedores das variantes linguísticas “adoram” fazer afirmações como essas. Mas é preciso que coloquem em suas mentes que a língua varia de acordo com a região em que é falada (devido à sua cultura, costumes e classe social) e que essa variação afeta a norma criando, então, uma modalidade de linguagem para cada situação específica de ocorrência verbal. Não existe então “certo e errado” no ato linguístico, mas sim variantes decorrentes de alguns fatores como região, classe social e etc.
“O bom português é o das épocas de ouro da literatura”. Primeiro, há um português culto falado e um escrito. Mas a língua escrita é mais conservadora que a falada; segundo, a norma ancora a língua no contemporâneo; terceiro, a língua é um fenômeno social, e sua existência prende-se aos grupos que a instituíram.
Bagno afirma que “A mídia poderia ser um elemento precioso no combate ao preconceito linguístico. Infelizmente, ela é hoje o pior propagador deste preconceito. Enquanto os estudiosos, os cientistas da linguagem, alguns educadores e até os responsáveis pelas políticas oficiais de ensino já assumiram posturas muito mais democráticas e avançadas em relação ao que se entende por língua e por ensino de língua, a mídia reproduz um discurso extremamente conservador, antiquado e preconceituoso sobre a linguagem”.
Programas de rádio e televisão, sites da internet, colunas de jornal e outros meios de multimídia estão cheios de “absurdos” teóricos e “distorções”, pois são feitos por pessoas sem formação científica sobre o assunto. Divulgam “bobagens” sobre a língua e discriminam os estudiosos da linguagem. Isso atrapalha a desmistificação do “certo e errado” e acaba propagando o preconceito.
Em suma, para se acabar com o preconceito, seja ele racial, social ou qualquer outro, é necessário que haja uma democratização da sociedade, que dê oportunidades “iguais” a todos, reconhecendo e respeitando suas diferenças. E mais: a palavra “preconceito” significa um “pré” conceito daquilo que ainda não se conhece a fundo. A partir do momento em que se estuda determinado assunto, que se aprende sobre ele, o que se deve adquirir é “respeito”, e não “discriminação”.
Bibliografia
BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico. São Paulo: Edições Loyola, 2001. ISBN 8515018896
CAMERON, Deborah. Verbal Hygiene, Londres e Nova Iorque: Routledge, 1995. ISBN 041510355X
POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas: Mercado das Letras, 1997. ISBN 8585725249
VIANA, Nildo. Educação, Linguagem e Preconceito Lingüístico. Plurais. vol. 01, n. 01. Jul./Dez. 2004.
Ligações externas
Artigo de Sírio Possenti, linguista e professor na UNICAMP
Artigo de Marcos Bagno, escritor, tradutor, linguista e professor na UNB
Artigo de Deborah Cameron, linguista
Preconceito Lingüístico e não lingüístico, Artigo Fábio Della Paschoa Rodrigues, bacharel em Letras pela UNICAMP]
Educação e Preconceito Lingüístico, de Nildo Viana, sociólogo.